09/11/2009

A PRIMEIRA COMUNHÃO a gente nunca esquece



Mais de cem crianças fizeram a sua Primeira Comunhão na manhã de ontem (08/11) no Santuário Diocesano Nossa Senhora Aparecida, em Campo Mourão.
A celebração foi muito bonita, bem preparada e marcada pela emoção das catequistas, dos pais e parentes, e dos catequizandos, sendo muito bem presidida pelo padre Carlos Cézar Cândido (foto registrada por este blogueiro, mostrando toda a sua felicidade na caminhada do projeto de Deus).
A Primeira Comunhão a gente nunca esquece. É um momento marcante que nos coloca diante de Jesus e nos proporciona esse momento de receber Jesus.
É um dos momentos fortes e importantíssimos na vida e caminhada dos católicos batizados. Cada um que fez a sua Primeira Comunhão lembra de como foi a sua e como ela foi realizada.
Amigos do BLOG, esta nota que abre a semana é escrita por um pai coruja e feliz, que se emocionou ontem por vários e grandes motivos. O primeiro, quando vi o meu filho Ricardo recebendo Jesus pela primeira vez - na foto, Ricardo, ao lado do pai, da mãe e da irmã. O segundo, vendo o resultado da dedicação, carinho e evangelização das catequistas e de modo especial, abro um parenteses para a minha esposa Rosângela, que foi catequista do nosso filho Ricardo. Viva!
Momentos que ficarão na história e para sempre serão lembrados na caminhada de fé do Ricardo e de todos os catequizandos. Viva!
Na sua homília, padre Carlos em comunicação e mensagem de fácil entendimento dos catequizandos disse, entre outras palavras:
"O maior dos presentes é a Eucarístia, a Comuhão que é o próprio Jesus, que se doa para nós."
"Nós temos que ter uma vida semelhante a Jesus, nós temos que fazer o bem ao próximo como Jesus fez."
"Este momento é de muita felicidade para vocês, que foram fiéis a Catequese.Todos vocês são Santos hoje. Ontem, fizeram Retiro espiritual e se prepararam para hoje. Ontem, vocês fizeram sua primeira Confissão e começaram uma vida nova. Vocês tem em suas mãos um livro novo para escreverem e tudo de bom que fizerem serão contados junto a Deus."
"Peçam a Deus para serem pessoas melhores, que façam o bem, com a força de Jesus que se manifesta dentro do seu coração."
Imagens para a história:Ricardo ao lado da mãe e do padre Carlos na foto histórica com a lembrança da Primeira Comunhão; ao lado dos seus colegas catequizandos; e duas imagens mostrando e valorizando as Catequistas do Santuário que com esforço, sabedoria, dedicação e inteligência deram o melhor de si na preparação das crianças para a Primeira Eucarístia em 2009.
Jesus, concedei-nos sempre a graça e a alegria de participar da sua Eucaristia!

EMOÇÃO: Verdão perde liderança após 20 rodadas e Flu ainda sonha


O Fluminense, com grande atuação na "decisão" do ano no Maracanã diante de mais de 60 mil pessoas, antes do próximo jogo e com o salvador Fred marcando de novo, venceu o frágil Palmeiras, por 1 a 0.
Tudo bem que o verdão teve um gol de Obina mal anulado pelo irregular Carlos Simon, mas o que está faltando para o time do Muricy é jogar futebol. Novamente, o time palestrino foi mal e ficou aquém, jogando futebol de time pequeno e produziu muito pouco para um time que quer ser campeão.
Após 20 rodadas, o verdão (58) perdeu a liderança e está a um ponto do São Paulo (59). Quem vem com força total neste Brasileirão que está aberto é o Flamengo (57), que fez uma partida memorável vencendo o Atlético (56), em pleno Mineirão, por 3 a 1. O Cruzeiro (56) venceu o Sport no Recife por 3 a 2 e continua no pareo.
Na zona de baixo, estão os derrotados na rodada Sport (30), Náutico e Santo André (35) e o vencedor Fluminense (36). O Botafogo (41) venceu o Coritiba (41) por 2 a 0, o Atlético Paranaense (43) derrotou o Goiás, pior time do segundo turno.
O Fluminense volta a campo no próximo domingo, quando recebe o Atlético-PR no Maracanã, às 18h30m. O Palmeiras abre a nova rodada no meio de semana, quarta-feira, às 21h50m, no Palestra Itália, contra o lanterna Sport. No final de semana, o São Paulo enfrenta o Vitória no Morumbi, o Flamengo vai a Recife pegar o Náutico, o Atlético Mineiro joga em Curitiba contra o Coritiba e o Cruzeiro recebe o Grêmio, no Mineirão.

COLUNA DO PROF. MACIEL: A queda da fronteira de pedra e do ódio

A QUEDA DA FRONTEIRA DE PEDRA, E DO ÓDIO
Terrível! Esta fronteira de pedra ergue-se... ofende
os que desejam ir para onde lhes aprouver,
não para um túmulo de massa.
Um povo de pensadores.
Volker Braun, 1965
Acordados repentinamente
por barulhos estranhos, na medida em que abriam as janelas, os alemães de Berlim se deparavam com numerosos soldados de fardas verde-ruças descarregando material de construção e imediatamente dando início a edificação do muro de Berlim, Berliner Mauer, em germânico. Estarrecidos, os moradores foram obrigados a acreditar no que viam, ainda que considerassem inteiramente absurda aquela obra, iniciada bem cedo, na manhã do dia 13 de agosto de 1961.
Tão abruptamente quanto o erguimento do muro, foi o fato de as pessoas não terem sido avisadas, e o que aconteceria veio a se tornar muito dramático. Famílias foram divididas, os que estavam trabalhando de um lado, por exemplo, mas que tinham casas do outro, ficariam 28 anos sem mais se ver, sequer se comunicarem. Duas Berlins, duas Alemanhas, a Ocidental, capitalista; e Oriental, comunista, dilacerando histórias de vida vitimada pela férrea ambição típica da Guerra Fria.
Dia nove de novembro, próxima segunda, faz vinte anos que o muro caiu, em 1989. A queda foi imensamente comemorada em todo mundo, e logicamente pelos alemães dos dois lados, que iriam recompor a nova e novamente única Berlim, de uma só Alemanha. Em quase três décadas em que o muro ficou em pé, a fuga acarretava em missão totalmente arriscada, 80 pessoas morreram e 112 ficaram feridas em tal tentativa. Caso tenha havido algum sucesso, tal fato certamente isolado, não foi divulgado a fim de arrefecer qualquer ânimo. Nos 66,5 quilômetros de muro existiram 302 torres de observação que comandavam um aparato bélico monstruoso.
O muro parecia eterno. Parecia. Seria intransponível. Seria. Mas o ser humano sonha e ousa colocar em curso a vontade de realizar o que acalenta. E não foi um ou outro alemão, foram muitos que, determinados, derrubaram o muro. Embora a geração que sofreu tamanha crueldade não irá esquecer o muro, ao destruí-lo, deixou uma parte intacta, assim como a criação de um museu, memória preservada numa clara e opulenta advertência que não pode ser mesmo esquecida, pela Alemanha reunificada e pelo mundo.
Fases de Fazer Frases
Virtudes podem ser fingidiças, já os vícios são sempre fungíveis.
Olhos, Vistos do Cotidiano (I)
Na edição da última semana da Revista Istoé, a matéria de capa intitulada “A Corrupção que ninguém vê” mostra o trabalho de investigação da Controladoria-Geral, que aponta o seguinte: 95% dos municípios brasileiros desviam recursos federais. Preços superfaturados, compras absolutamente desnecessárias ou sequer entregues e por aí vai. Os casos estão espalhados por todo o País. Mas, a propósito, não deixa de chamar a atenção o Maranhão. Lá, tem uma cidade em que a prefeitura pagou a duas empreiteiras a reforma de uma escola, no valor de 83 mil reais. Ocorre que a obra jamais foi realizada. Como se chama o município? Bem, antes de citar o nome, vale lembrar novamente, ela fica no Maranhão. Eis o nome: Presidente Sarney. Sim, é este o nome da cidade. O que se poderia esperar com um nome desses!
Olhos, Vistos do Cotidiano (II)
Por falar no presidente Sarney (presidente do Senado atualmente) embora o presidente que dá o nome à cidade se refira ao tempo em que ele assumiu quando o presidente Tancredo morreu antes de tomar posse, Sarney resolveu fechar a fundação que leva o nome dele na capital daquele Estado, o espaço era uma cultuação personificada a ele mesmo, porém bancada com verbas públicas. Se trocarem o nome da bela São Luís do Maranhão para “São Sarney, dono do Maranhão”, não seria de todo estranho.
Reminiscências em Preto e Branco
A queda do muro de Berlim há vinte anos me faz lembrar do tempo em que eu era estudante de Sociologia da então Universidade Católica do Paraná (hoje Pontifícia). Devido ao muro de Berlim ter ido ao chão, Vladmir, Marcos Vinícius, Pienegonda, Ana Maria, Sussumo e eu, tivemos a ideia de recolher pedaços de tijolos de uma construção curitibana e vendê-los como se fossem autênticos pedaços do muro, “trazidos da Alemanha” por um primo da Ana Maria.
Tudo foi bem organizado, compramos saquinhos plásticos e elásticos, embalamos uma quantidade razoável de “pedaços do muro de Berlim”. À entrada da universidade um cartaz improvisado anunciava a venda, além da falação típica de feirante anunciando o produto. Em pouco tempo vendemos tudo! E ficou muita gente interessada em comprar.
Tudo feito pela zombeteira universitária, veio também o medo de, ao descobrirem a farsa, os “pedaços do muro de “Berlim” servissem para quebrar a nossa cara. Arrumamos outro cartaz anunciando bebida e comida de graça para todos os que mostrassem o pedaço do muro lá no bar em frente à Universidade. Então anunciamos ser uma brincadeira. Claro, esperamos que a maioria estivesse bem alegre e nem notasse. Enfim, o muro caiu, felizmente, e nós, do curso de Sociologia, nos mantivemos de pé, felizmente também.
José Eugênio Maciel, professor e sociólogo, escreve aos domingos no jornal Tribuna do Interior e às segundas neste BLOG.

08/11/2009

ENTREVISTA DE DOMINGO: Ely Rodrigues


Ely Rodrigues Daniel é uma das grandes revelações de todos os tempos no rádio do interior paranaense. Por ocasião do Dia do Radialista, comemorado em 7 de novembro, ele recebe esta homenagem e conta neste BLOG um pouco da sua história e da sua vida.
Nascido em Peabiru, ele diz como começou a sua carreira e jornada profissional, aponta dois "culpados" da sua iniciação no jornalismo, primeiro na Rádio Humaitá e depois na rádio Rural.
Ely também elenca grandes radialistas que não estão mais atuando e diz quem foi a sua grande inspiração - radialista que está afastado do microfone por problemas de saúde.
Para este importante comunicador, líder de audiência em dois horários na rádio Rural FM e AM de segunda a sábado no rádio mourãoense, "O rádio no Brasil de um modo geral perdeu a criatividade, perdeu a emoção. O rádio vai continuar existindo, e em futuro próximo para concorrer com as novas mídias é preciso ter mais criatividade.
Ely Rodrigues, na ENTREVISTA DE DOMINGO.
Uma ótima leitura para você amigo leitor. Um ótimo domingo e uma excelente semana repleta de das graças e bençãos de Deus. Viva!
QUEM É ELY RODRIGUES DANIEL?
asci em Peabiru no dia 15 de janeiro de 1964. Filho de Dirceu Pinto Daniel (falecido em 2006), e de Luiza Rodrigues Daniel (ouvinte do Tocando de Primeira), casado com a professora Rosiane Cristina Pereira do Nascimento Daniel desde 1990. Moro em Campo Mourão desde 1970.
ONDE E COMO FOI SUA INFÂNCIA? Até os 6 anos (foto) em Peabiru e depois em Campo Mourão. Foi bastante atlética. Muitas brincadeiras de correr, futebol, handebol, natação, atletismo, gostava de ler gibis de Walt Disney e revistas como Placar, Veja, Manchete. Assistia desenhos e seriados como Batman, Túnel do Tempo e Terra de Gigantes. Freqüentava o cinema todos os domingos na matinêe. Sempre fui aficcionado por filmes, som e tecnologia. Tive meu primeiro gravador aos 10 anos (1974) e o primeiro vídeo game em 1977 (telejogo Philco). Também sempre adorei ouvir rádio. Sou fã de música.
COMO O SENHOR SE DEFINE? Sou fã da natureza e dos animais. Gosto de crianças e de pessoas da terceira idade que têm muito para ensinar. Ficou feliz quando alguém faz sucesso através de sua luta. Não tenho ganância por bens materiais. Se tiver dinheiro e der para comprar, tudo bem... ONDE O SENHOR ESTUDOU E QUE CURSOS FEZ? Fiz os quatro primeiros anos (primário no Colégio Marechal Rondon). O ginásio de 5 a 8ª fiz no Marechal Rondon e Unidade Polo.
O segundo grau (ensino médio) (Magistério no Colégio Estadual). Não fiz curso superior por que na época não havia o curso que gostava. Não me sinto bem fazendo o que não gosto. Com certeza teria ido à Faculdade no máximo três meses. Na época não tinha condições de uma faculdade fora de Campo Mourão. Hoje Campo Mourão tem muitas opções em cursos. Quem sabe logo, logo eu faça um deles.
Fiz cursos dentro da minha profissão como marketing político (Maringá). Curso de redação para jornalismo em Rádio (Porto Alegre – Rádio Gaúcha). Curso de redação para textos publicitários rádio (Bauru – São Paulo). Curso “Definindo o que o ouvinte quer ouvir” (Brasília) Curso de interpretação (Rádio Bandeirantes – São Paulo) entre outros.
QUAL FOI SUA TRAJETÓRIA PROFISSIONAL? Aos oito anos de idade fui balconista de uma mercearia chamada Irmãos Coragem na avenida Goioerê (não existe mais). Na época eu fui convidado para ler mensagens em favor da candidatura a prefeito do candidato a prefeito Renato Fernandes Silva (1972).
Dos 9 às 10 anos entregava o jornal o Estado de São Paulo de casa em casa. Fazia isso de manhã e estudava a tarde. Dos 11 aos 12 anos, vendia frutas em uma barraca instalada em frente a antiga Santa Casa na rua Brasil (perto do Cine Plaza).
Dos 13 aos 17 anos trabalhei como balconista na casa lotérica Mourão em frente ao antigo Riomar (na rua Mato Grosso). Na época só havia loteria esportiva e sem tecnologia. A gente furava os cartões dos apostadores. Na foto à direita, encontro com, Rafael Greca, um dos políticos que imitou na sua carreira.
Dos 18 aos 20 anos fui repórter esportivo da Rádio Humaitá. Lá também apresentei e redigi programas jornalísticos e populares.
Em 1983 fui convidado para montar e apresentar o Jornal do Meio Dia na Rádio Colméia. Em 1984 fui assessor de imprensa do então prefeito José Pochapski. Em 1985 e 1986 trabalhei na Assessoria de Imprensa da Coamo.
Em 1987 voltei para a Rádio Humaitá para assumir um programa jornalístico das 8 às 9 e um programa a tarde. Na foto, fazendo programa na Praça São José para ajudar as pessoas.
Em 1988 entrei na Rural FM onde estou até hoje com o Jornal da Rural FM.
DESDE QUANDO É RADIALISTA E QUEM FOI O “CULPADO”?. Na verdade são dois culpados. O ex-vereador Roque de Freitas (foto) meu vizinho, em 1977 me levava na Rádio Colméia para ensinar a controlar a mesa de som. Esse fato me fez gostar de rádio. E depois em 1981, o Luiz Carlos Khel, que fazia programa esportivo solicitou que eu fosse um repórter dele acompanhando torneios pelos bairros. Acabei ficando no rádio começando pela Rádio Humaitá.
NO ESPORTE, JOGOU ALGUMA MODALIDADE? QUAL? O que mais pratiquei foi futebol. Até os 22 anos mais ou menos. Joguei Handebol, pratiquei natação, atletismo, basquete. Na foto, Ely, aos 15 anos treinando Karatê, com um vizinho praticante da modalidade.
QUAL O SEU ESPORTE PREFERIDO, TIME DO CORAÇÃO E ÍDOLO? Meu esporte preferido são as corridas da Nascar (Americana) aqueles ovais onde os carros chegam aos 400 quilômetros por hora. Gosto das 500 milhas de Indianápolis, realizada uma vez por ano. Gosto de assistir futebol, mas depende da partida. Copa do Mundo faço de tudo para não perder. Meu time do coração é o São Paulo Futebol Clube. Meu ídolo é Ayrton Senna (foto).
QUAL PROJETO GOSTARIA DE REALIZAR QUE AINDA NÃO FOI? Ter uma rádio minha...ehehe!!!
NA SUA OPINIÃO, QUAL É A REALIDADE DO RÁDIO EM CM? POR QUÊ EXISTE CARÊNCIA DE NOVOS VALORES? O rádio no Brasil de um modo geral perdeu a criatividade, perdeu a emoção. Hoje, em muitos casos, o radialista faz o programa para ele e não para o ouvinte. Um grande erro hoje, é achar que o ouvinte está interessado em qualquer assunto e vai ficar com o rádio ligado.
QUAL SERÁ O FUTURO DO RÁDIO? ELE CONTINUARÁ SENDO VEÍCULO DE MASSA? O Rádio vai continuar existindo, mas em um futuro próximo para concorrer com as novas mídias é preciso ter mais criatividade. Precisa envolver a sua comunidade. O Rádio também precisa atingir os jovens da era da internet. O futuro do rádio amanhã vai depender desses jovens. Eles serão os donos das empresas anunciantes. Eles serão os futuros ouvintes.
SENDO UM DOS RADIALISTAS MAIS ANTIGOS EM ATIVIDADE COMO SE SENTE COMO UMA CELEBRIDADE RECEBENDO HOMENAGEM NESTE BLOG? Bom, primeiro não sou celebridade. Fico feliz de ser lembrado para dar minhas opiniões, muito embora, tenham pessoas que não concordem. Ely Rodrigues foi homenageado como Celebridade no programa Tocando de Primeira, edição 734, quando recebeu o troféu do professor José Eugênio Maciel.
QUAIS RADIALISTAS APONTA COMO OS MELHORES QUE JÁ ATUARAM OU ATUAM NO RÁDIO MOURÃOENSE? Vou citar apenas de rádio AM que já não estão mais atuando: Anísio Moraes, Antonio Kienen, Zé Mané - o terceiro na foto abaixo da direira para à esquerda; Tavares, Marco Antonio e Willie Bathke Júnior - o segundo da direita para à esquerda na foto abaixo, que apresenta alguns dos primeiros locutores do rádio mourãoense. Atualmente temos bons radialistas e não quero cometer injustiças.
QUE RADIALISTA É EXEMPLO? POR QUÊ? Um exemplo de radialista foi Anísio Moraes.- Na foto, com Ely em uma das muitas presenças na sessão da Câmara Municipal, na década de 80. O Anísio tinha uma capacidade de antecipar o que o ouvinte desejava escutar (isso falta muito hoje). No rádio você precisa conversar com o seu ouvinte como se estivesse falando com cada um deles e não para uma platéia. Anísio Moraes dava a impressão que estava ao lado do ouvinte. Outro fato que considerava fundamental no programa dele era o entrelaçamento dos assuntos. Ele seguia uma linha de conteúdo que não se misturava. Cada tema era apresentado numa seguência.
E graças as suas muitas fontes e suas pesquisas o conteúdo era praticamente inédito que forçava o ouvinte a ficar ligado até o último minuto.
QUAL TRANSMISSÃO QUE O SENHOR FEZ FICOU NA SUA HISTÓRIA? E QUAL, SE PUDESSE VOLTAR NO TEMPO JAMAIS TERIA FEITO? A que ficou na história, foi uma transmissão ao vivo de Curitiba, quando usei o telefone no Palácio Iguaçú na sala do então governador Álvaro Dias e anunciei: “O município de Luiziana acaba de ser emancipado” e em seguida entrevistei o governador. Tomei conhecimento mais tarde que assim que anunciei a emancipação foi um foguetório no então distrito de Campo Mourão. Todos estavam aguardando naquele dia se o governador assinaria ou não a emancipação.
A transmissão que jamais teria feito foi nos anos 80, quando a PM cercou bandidos dentro de um mercado e resolvi transmitir ao vivo no orelhão. O problema é que o orelhão ficava entre o mercado onde estavam os bandidos e os policiais. No meio da transmissão começou um tiroteio e duas balas acertaram o orelhão. Mas estou vivo (graças a Deus)...
O RÁDIO É... O companheiro em todos os lugares.
ANÍSIO MORAES.... Foi uma das minhas inspirações. (Anísio, na foto, ao lado de Gerson Maciel, na reestreia do programa Tocando de Primeira, na Fiorella, wem 24 de fevereiro de 2007).
O MOMENTO ATUAL DA SUA VIDA É... Torcendo para o São Paulo ser campeão e para minha filha passar de ano na Faculdade de Educação Física.
O QUE O SENHOR AINDA NÂO FEZ QUE SE TIVESSE CONDICÕES, GOSTARIA DE FAZER? Pilotar um carro de Fórmula Um. Ser levado ao espaço naquelas espaçonaves americanas.
QUAL É O SEU FUTURO NO RÁDIO E NA IMPRENSA? Por enquanto vislumbro continuar com o Jornal da Rural e a Coluna do Ely na internet.
QUAL O MELHOR TIME QUE O SENHOR JÁ VIU JOGAR? O São Paulo entre os anos de 91 e 92.
CITE TRÊS PERSONALIDADES ESPORTIVAS DE CAMPO MOURÃO? Pelo que fizeram pelo esporte e pela divulgação de Campo Mourão quando a cidade era pouco conhecida: Toda a família Tagliari, Ari Mateus, e todos os nossos ex-atletas do Handebol e Futsal. Na foto, equipe de handebol nos JAP`s de 1998, em Cascavel.
CITE TRÊS PERSONALIDADES (FORA DO ESPORTE) DE CM? Eu considero que cada pessoa que realiza o seu trabalho e até o pai e a mãe são personalidades dentro de suas áreas. Não acho que ninguém seja melhor que o outro. Sem gari e cidade fica suja. Sem pedreiro não tem construção. Sem empresários não existem empregos. Sem repórteres não existem notícias. Todos são personalidades desde que cumpram bem o seu papel na sociedade.
AMIGOS DE CONFIANÇA....Vários.
A CAMPO MOURAO DO PRESENTE É: Poucos ricos, classe média razoável e muitos pobres. Precisamos de projetos e programas para elevar o nível de renda da maioria dos nossos moradores.
A CAMPO MOURAO DO FUTURO SERÁ.... O futuro se constrói todos os dias no presente. A Campo Mourão do futuro será aquela que estamos fazendo hoje.
O GOVERNO NELSON TURECK É.... Ótimo, bom, regular dependendo do setor.
O GOVERNO LULA É.... O presidente mais otimista que eu já vi. Esse otimismo é transferido à população. É como um bom vendedor. Você compra um produto se o vendedor expor as vantagens e não os defeitos. Os defeitos você verá depois que comprou. Alguns vão encontrar os defeitos outros não.
QUAL O SENTIMENTO DE RECEBER ESTA HOMENAGEM E PARTILHAR UM POUCO DA SUA VIDA E DA SUA HISTÓRIA? É um raro momento em que a gente pode expor os nossos pontos de vista. Esse espaço que você proporciona faz com que possamos conhecer o interior das pessoas.
QUAL O RECADO PARA OS LEITORES DO BLOG?
Não é a natureza que depende de nós...Somos nós que dependemos dela..Não é a árvore que depende de nós. Somos nós que dependemos da árvore.

07/11/2009

PLANTÃO DO BLOG II: Em jogo emocionante CM vence Videira e está na final da Copa Sul


O basquete masculino mourãoense venceu na tarde deste sábado (07/11) a equipe de Videira, no Meio-Oeste catarinense e garantiu presença entre os quatro finalistas da Copa Sul de Basquete.
Joinvile, Londrina, Caxias do Sul e Campo Mourão são os participantes da fase final que acontecerá de 10 a 12 de dezembro, em uma cidade paranaense: Londrina ou Campo Mourão.
No tempo normal, houve empate por 65 pontos. Na prorrogação, o Integrado/Fecam/Campo Mourão mostrou superação e melhor qualidade técnica aumentando a vantagem e a vitória para 80 a 67.
Por volta das 19h30 deste sábado, conversei com o supervisor Izidoro Bueno e o técnico Daniel Wattfy, da equipe de Campo Mourão. Eles destacaram a garra e a união da equipe, que soube superar as adversidades e conquistar o objetivo quando da saída de Campo Mourão: a quarta vaga da final na Copa Sul 2009.
Cansaço e superação -"Viajamos cerca de dez horas para chegar em Videira, e agora, iremos viajar daqui a pouco mais 450 km para chegar em Caxias do Sul e jogar às 11 horas contra o time local, em jogo que não vale mais nada, pois as duas equipes estão classificadas. Precisamos rever a logística, pois o nosso time sentiu muitas dificuldades físicas, muito maiores que as técnicas durante o jogo. O nosso grupo de jogadores foi valente, esteve unido e disciplinado, e melhor na prorrogação quando a vontade de ganhar e classificar o time motivou e fez a superação, culminando com a vitória e a classificação", observou Daniel Wattfy, com exclusividade para este BLOG.
A delegação mourãoense está viajando em um micro-ônibus, situação esta que provoca um cansaço grande no grupo de jogadores. O ala Jorginho (foto), vem melhorando seu basquete a cada partida e tem sido importantíssimo para o time mourãoense neste final de temporada. Ele foi o cestinha da partida com 24 pontos.
Videira - Conhecida como a "Cidade do vinho, das aves e dos suínos". Sua gente é simples e hospitaleira. A cidade tem cerca de 41 mil habitantes, sendo de origem italiana e alemã, localizada no Meio-Oeste catarinense, a 400km de Florianópolis.
E viva o nosso basquete, agora entre os quatro melhores da Copa Sul, rumo a Divisão B da Liga Nacional em 2010.

PLANTÃO DO BLOG: radialistas homenageados no Tocando de Primeira no "Dia do Radialista"

O programa Tocando de Primeira deste sábado, (7 de novembro de 2009)com a edição de número 848, pelas ondas médias da Rádio Rural AM entrará para a história do rádio mourãoense.
Com alegria e um grande privilégio, homenageamos no Dia do Radialista (7 de novembro) quatro profissionais do Rádio representando três gerações que fizeram e fazem a alegria e o dia-a-dia de milhares de pessoas. Como sempre falo e escrevo "integrantes da multidão invisível, conhecidas ou anônimas, de longe ou de perto."
Na foto acima, histórica, sendo uma imagem para sempre, da esquerda para à direita estão Pedro da Veiga - um dos primeiros locutores de rádio em Campo Mourão; Gerson Maciel - há 23 anos no ar, apresentador e narrador esportivo; Coronel Bastião - 74 anos de idade e 42 de rádio, que irá completar 43 anos em janeiro, apresentador do tradicional "O Rancho do Coronel Bastião", Ilivaldo Duarte, este que vos escreve, apresentador do Tocando de Primeira; e Maika Thaísa, radialista nas Rádios Colmeia AM, Rural AM e Rural FM. Viva!
Na imagem, eles estão com o troféu Tocando de Primeira e de modo especial, Coronel Bastião foi a Celebridade, recebendo uma justa e merecida homenagem.
O rádio existe pelos ouvintes e foram eles que protagonizaram neste sábado durante o programa momentos alegres e marcantes em conversa com os radialistas. Participações espontâneas por telefone de Rosângela Oliveira, Sebastião Paulista, Beth Neco, Rubens Sartori, Elizangela Bueno, dona Geni do Cidade Nova, Wilson Eudes e Sonia Seckcisnki. Viva!
Aguarde: na segunda-feira, postarei mais sobre o programa histórico deste sábado e você irá saber como Benedito Ferreira de Freitas criou o "Coronel Bastião". Viva, de novo.

COLUNA DA MARIA JOANA: Brasil- superpotência agrícola pronta para alimentar o mundo


"Brasil- superpotência agrícola pronta para alimentar o mundo". É assim que o jornal britânico Financial Times vê o Brasil. Em sua edição de 6 de novembro num caderno especial dedicado a oportunidades de investimento no Brasil que vê como "superpotência agrícola pronta para alimentar o mundo", mas aponta para deficiências nos setores de infra-estrutura e educação. Valoriza o país como, "maior exportador mundial de carne, frango, suco de laranja, açúcar, etanol, tabaco e soja”, que se consolidou nas últimas duas décadas como superpotência agrícola, e que esse status se deve à modernização e ganhos em eficiência dos produtores agrícolas o que nós podemos muito bem comprovar olhan do para os nossos campos onde brotam as sementes da esperança da safra de verão.
As perdas das safras passadas devido aos diferentes problemas climáticos não tiram o ânimo dos agricultores brasileiros que mais uma vez investem em qualidade e produtividade e contam com a ajuda de Deus. Precisam que o governo faça também a sua parte que é garantir boas condições para as estradas, portos, ferrovias, energia enfim a infra-estrutura básica. Precisam também que seus produtos tenham a garantia do preço mínimo sem a concorrência desleal de produtos estrangeiros livres de impostos. Precisam leis que protejam o meio ambiente, mas sem tirar o direito de produzir, sem criminalizar os agricultores...
Confiante no Brasil Jornal inglês analisa que o país foi um dos que se saiu melhor na recessão, e que muitos de seus setores não foram sequer afetados, afirmando que se o Brasil mantiver o rumo de sua política econômica e social e se não houver outra grande recessão no mundo, o mais provável é que continue no caminho do crescimento, apresentando uma série de oportunidades de investimento em diferentes setores. "O sucesso demorou muito tempo a chegar e a noção de que o país está mudando está alcançando os brasileiros a um ritmo lento", afirma a reportagem de abertura, explicando que a classe média emergente - que este ano, pela primeira vez, corresponde a mais da metade da população, segundo dados do governo - é uma das forças por trás deste crescimento.
Mas, para alcançar seu potencial, ainda são necessárias mudanças no país. "O Brasil precisa de muito mais, não apenas para se preparar para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016. Estradas, ferrovias, portos, energia e outras infra-estruturas vitais precisam de expansão e modernização." O jornal lembra que o setor de educação, por exemplo, é um dos que precisa melhorar, e que os níveis de escolaridade no país ainda deixam a desejar em comparação a outros na região e em situação semelhante, como a China ou a Coréia do Sul. Segundo o jornal, ainda existe também uma diferença muito grande entre a região Nordeste e o resto do país e aponta para o forte - e ainda pouco explorado - potencial do setor de turismo. O jornal inglês traz reportagens sobre setor bancário, mercados de capitais, meio ambiente, turismo, políticas sociais, Nordeste, açúcar, agricultura, mineração, petróleo, energia, educação, infra-estrutura, moda, e sobre o medo da violência depois que o Rio foi escolhido como a sede das Olimpíadas.
Analisa também a situação política a acha que, apesar do cenário ainda indefinido em relação à sucessão do presidente Lula, dificilmente um dos dois principais pré-candidatos até agora (a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff e o governador de São Paulo, José Serra) vai mudar os rumos do país drasticamente. Apesar de muito realistas na análise de nossas deficiências crêem no futuro do Brasi l: "O desempenho ruim e as dúvidas em relação a si mesmo vão persistir, mas o enorme potencial do país e seus tremendos recursos naturais e humanos estão finalmente chegando perto de alcançar o futuro brilhante que não muito tempo atrás parecia destinado a permanecer para sempre fora de alcance”.
O mundo nos olha com olhos de esperança e cobiça... E nós, brasileiros, acreditamos em nós mesmos? Vamos corrigir as nossas falhas, melhorar nosso desempenho, utilizar o nosso enorme potencial e os nossos tremendos recursos naturais e humanos?
Maria Joana Titton Calderari – membro da Academia Mourãoense de Letras, graduada Letras UFPR, especialização Filosofia-FECILCAM e Ensino Religioso-PUC- majocalderari@yahoo.com.

CONHEÇA AMANHÃ o que pensa e quem é Ely Rodrigues


O radialista Ely Rodrigues Daniel, -na foto recebendo o troféu Tocando de Primeira do sociólogo José Eugênio Maciel- na rádio Rural AM -é uma das grandes revelações de todos os tempos no rádio do interior paranaense, conta amanhã neste BLOG um pouco da sua história e da sua vida. Nascido em Peabiru, ele diz como começou a sua carreira e jornada profissional, aponta dois "culpados" da sua iniciação no jornalismo, primeiro na Rádio Humaitá e depois na rádio Rural. Ely também elenca grandes radialistas que não estão mais atuando e diz quem foi a sua grande inspiração, radialista que está no momento afastado das suas atividades por problemas de saúde.
Para este importante comunicador líder de audiência em dois horários de segunda a sábado no rádio mourãoense, "O rádio no Brasil de um modo geral perdeu a criatividade, perdeu a emoção. O rádio vai continuar existindo, e em futuro próximo para concorrer com as novas mídias é preciso ter mais criatividade.
Ely Rodrigues, amanhã na ENTREVISTA DE DOMINGO. Imperdível!

COLUNA DO NERY THOMÉ: O câncer de mama e os males da verborreia

Vivemos num país onde o brasileiro consegue fazer piada de tudo. Talvez seja esse o segredo que faz de nós, brasileiros, um povo tão pacífico e alegre. Conseguimos rir de toda e qualquer situação, mas também de toda e qualquer desgraça.
Neste sentido, é comum que certos acontecimentos virem motivo de chacotas, gracinhas e até e-mails trocados na rede mundial de computadores, rindo desta ou daquela situação, que em qualquer país seria motivo de vergonha.
A área política, por exemplo, é profícua em produzir artilharia para os piadistas de plantão, como o topete do ex-presidente Itamar Franco ou ausência de roupas íntimas de sua acompanhante; a falta de um dos dedos da mão de nosso presidente; e assim por diante.
As frases ditas por este ou aquele representante eleito pelo povo muitas vezes entram no gosto dos gracejos nacionais, algumas virando até parte da história de nosso país, como a atribuída ao ex-presidente Jânio Quadros: "bebo-o porque é líquido, se fosse sólido comê-lo-ia ", até hoje citada aqui e ali.
Pois bem. Recentemente, a chamada reunião semanal do Governador Roberto Requião, conhecida como “escolinha”, foi palco de uma gafe que logo foi transformada em manchetes dos principais veículos de comunicação do país.
O Governador comentou sobre os números crescentes de câncer de mama entre as mulheres, corrigindo, logo em seguida, que a doença também vitimava os homens. Até aí tudo bem, mas então Roberto Requião comentou que a ocorrência da doença entre os homens deveria ser motivada pelas passeatas gay.
A afirmação não apenas causou polêmica, repudia e protestos, como já se tornou um dos vídeos mais acessados do You Tube. Em nota, o Governador tenta explicar o inexplicável, principalmente sendo ele um chefe do executivo paranaense. “O tom lúdico que usei no lançamento da campanha de prevenção do câncer de mama, entre mulheres e homens, acabou provocando uma onda de recriminações. Quando me referi às paradas da diversidade, ocorriam-me os riscos que o abuso de hormônios femininos, com fins terapêuticos ou estéticos, representam para a saúde. Entre os riscos, o câncer de mama. Em razão disso, estou sendo impiedosamente criticado” .
A verborreia, ou seja, diarreia verbal, sempre foi uma característica de Requião, que nem os anos ou diversos mandatos políticos atenuaram. O que mais nos aflige é que as pessoas consigam fazer piadas e gracejos com este tipo de acontecimento, pois são com frases assim, utilizadas, nas palavras do Governador, de maneira lúdica, que se reflete o preconceito enraizado em nossos corações, o mesmo preconceito que origina outras brincadeiras tão ou mais prejudiciais. O mesmo preconceito que faz com que os gays sejam assassinados e perseguidos em nosso país.
Já dizia Martin Luther King que o que mais o preocupava não era o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter e dos sem ética. “O que mais me preocupa é o silêncio dos bons”. A mim também
Nery José Thomé é engenheiro agrônomo e jornalista, presidente da Associação Brasileira dos Jornais do Interior - ADI-Brasil.

06/11/2009

PAPO DE RÁDIO: Radialistas serão homenageados amanhã no Tocando de Primeira




Dia do Radialista, em 7 de novembro. Para celebrar a data, amanhã no nosso programa Tocando de Primeira, pelos 730 KHZ da Rádio Rural AM, estarei entrevistando no primeiro tempo, das 11 às 12 horas, algumas celebridades que representam o rádio mourãoense de ontem e hoje.
Convidados do Tocando, edição 848, Pedro da Veiga - um dos primeiros radialistas da Rádio Colmeia, em Campo Mourão; Coronel Bastião - na foto ao lado, simpático e sorridente, com programa aos sábados na Colmeia, a partir das 13 horas e há 43 anos no ar; Gerson Maciel, um jovem locutor e narrador esportivo da Colmeia AM e Rural AM, com os seus mais de 20 anos de atividade radiofônica; e a jovem Maika Thaísa, das rádios Rural FM me Colmeia AM - uma das revelações dos últimos no rádio mourãoense. Um programa imperdível, você não pode perder. Amanhã, a partir das 11 horas.
E no segundo tempo, o bom desempenho de Campo Mourão nos Jogos Abertos do Paraná será destaque, das 12 às 13 horas, com participações do dirigente Edson "China" Hirata, do basquete; do técnico Artur, do Xadrez; do professor Maurício Fabri, da Fundação Municipal de Esportes e outros convidados.
E tem muito mais, no nosso Tocando de Primeira deste sábado, ao vivo e em cores - um golaço no rádio brasileiro, pelos 730 KHZ ou www.portalradiorural.com.br.